Programa e lista de materiais

Conteúdos principais:

1. Introdução à perspectiva:

A perspectiva é um dos recursos gráficos mais importantes para o desenhista. Com ela somos capazes de simular uma realidade tridimensional no papel cuja natureza é bidimensional. Como nosso curso é uma introdução ao desenho, vamos mostrar os princípios mais básicos da perspectiva, que têm muito mais relação com o olhar e a intrepretação visual que com a matemática propriamente dita (a pespectiva atrelada ao cálculo será trabalahada na disciplina TRG em períodos mais avançados).

2. Volumes (luz e sombra):

Há quem diga que as técnicas de sombreamento (chiaroscuro) são mais eficientes que a própria perspectiva para simular a tridimensionalidade no desenho. De fato, uma imagem com valores de claro e escuro bem trabalhados, com contrastes exuberantes e na medida certa pode realmente confundir o observador. O desenho com volumes bem definidos fica mais próximo da realidade fotográfica que um desenho linear ou totalmente P&B. Vamos aprender a explorar as qualidades de ambas as linguagens, do chapado ao tridimensional.

3. Proporções:

O estudo das proporções está muito atrelado ao estudo da perspectiva. É certo que quando se “erra” na proporção, se “erra” também na perspectiva. O estudo da proporção incorpora tanto as relações entre as partes de um objeto a ser desenhado, quanto a relação deste objeto com o entorno e com o suporte (papel, tela, parede, etc.). Também podemos pensar em termos de proporção a dosagem a ser feita entre as áreas mais claras e mais escuras (luz e sombra) do desenho, ou seja, na proporção dos contrastes e valores tonais da imagem.

4. Cor:

O elemnto cor é fundamental em qualquer estudo de desenho. A cor sofistica a imagem, destaca áreas importantes, além de ser um excelente recurso conceitual para seu projeto, com a cor podemos transmitir uma idéia submiliminar ao observador. Aqui vamos experimentar com as cores utilizando duas técnicas gráficas manuais mais utilizadas no desenho de arquitetura, o lápis de cor e a caneta design.

5. Croqui:

Não há como falar de desenho de arquitetura sem pensar em croqui. O croqui é tão utilizado pelos arquitetos que ás vezes pensamos que ele pertence exclusivamente à arquitetura. As técnicas de design do croqui de arquiteto serão aqui apresentadas e trabalhadas com objetivo de preparar o aluno para um novo olhar e entendimento do desenho.

6. Estilizações:

Finalmente as estilizações de figura humana e vegetação serão estudadas e experimentadas apartir de croquis de arquitetos emblemáticos e do estilo pessoal de cada aluno.

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Lista básica de materiais (*):

Lápis grafite (do HB ao 6B)

Borracha macia / limpa-tipo

Esfuminho

Lápis de cor aquarelável

Caneta nanquim descartável (qualquer tamanho)

Caneta design (cores indicadas pelo professor)

Papel para desenho A4 (maior que 90g)

Papel vegetal

Papel Manteiga

(*) Qualquer outro material extraordinário será pedido com antecedencia pelos professores.